Amor Além Da Vida

Amor Além Da Vida

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Tempo

Depois de muuuuuiiito tempo, abro este blog.
Construindo mais histórias *---*

domingo, 23 de janeiro de 2011

Dedicatórias

Fiz essa história fazendo faxina na casa. Dedicatória a meus amigos também: Cris, Josy, Jhessy e Ana que me deram forças a continuar a escrever, quando eu quis desistir; a meus amigos José Augusto e Nelson, que me ensinaram algumas palavras postas nessa história, muito engraçado. E a todos que leram e gostaram, o meu sincero Obrigado.

Último Capítulo =/

Oooi pessoal, enfim, acabou a história =/
Espero que tenham aproveitado bastante.

- E então Daphny, - como sempre Júnior puxando conversa. – agora que você sabe da verdade, não acha que o papai tem que arranjar uma namorada nova? Seu pai ficou sozinho por muito tempo, está na hora de arrumar uma companhia para ele, não acha?

- Eu tenho minha companhia. Minha filha. - eu o interrompi antes que ele continuasse com essa conversa.

- O dinho está certo, você não pode ficar sozinho por causa de mim.

- Mas eu não estou sozinho por sua causa, meu amor. E eu não estou sozinho. Eu estou com você. Não quero mais ninguém. Eu já expliquei mil vezes – e olhei para Júnior – que sua mãe foi a única e sempre será, que eu me apaixonei.

- Tudo bem pai, faça o que você quiser. Eu te apoiarei na sua decisão.

- Obrigado filha. Eu te Amo.

- Eu também pai.

Dei-lhe um beijo na testa. Depois do jantar, fomos dormir. Quando amanheceu, levantei e Daphny não estava em sua cama. Procurei-a em todo lugar, e só a achei na varanda. De um suspiro de alívio e fui ao seu encontro. Ela olhou pra mim e deu um beijo em meu rosto.

- Hoje mamãe falou comigo.

- É mesmo? No seu sonho? – pergunta idiota, mas tudo bem.

- Aham. Ela disse para eu cuidar de você, e dizer que ela quer ver você feliz.

- Ela sabe que sou feliz. – ela com certeza escutou.

- Me leva naquele lugar que você prometeu? – e ela não esqueceu da promessa.

- Levo. Vamos?

Levei-a até o cemitério. Foi doloroso. Ela levou umas flores que pegou no campo ali perto, e eu levei uma rosa. Ela passou a mão sobre a foto e sussurrou.

- Te Amo mamãe. Você sempre estará em meu coração. Sempre.

Eu não fiquei por menos, olhei para o céu, e botei a rosa em cima das flores e disse:

- Eu nunca vou estar sozinho, você sempre esteve e sempre estará comigo. Um dia, ficaremos juntos novamente. Eu te prometo. Eu te Amo. Vocês duas são minha razão de viver. Vou te amar até depois de minha morte, como eu prometi, lembra? – lágrimas desceram sobre meu rosto, e Daphny pegou minha mão. - Eu vou cumprir essa promessa também, assim como cumpri as outras. Eu te Amo.

- Nós te Amamos mamãe!

E um vento de flores circulou entre nós dois. Eu cumprirei minha promessa, assim como cumpri as outras. Assim, sou bem mais feliz.

____________________________Fim________________________________










Thomas cumpriu sua promessa. Aos 78 anos de idade veio a falecer. Nunca se casou, sempre cuidou de Daphny, e Daphny, mesmo depois de casada e com quatro filhos, cuidou de seu pai, com muito amor e atenção. Ele uniu-se então com seu único amor, um amor além da vida.

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

16º Capítulo

- Clarisse, onde está a Daphny?

- Ela está no quarto. Disse que ia brincar, eu deixei.

- Não, tudo bem. Vou vê-la.

Fui até o quarto. Ela estava sentada na cama, com um porta retrato na mão, e um álbum ao lado. Era hora da verdade. Ela me viu, sorriu, e voltou a olhar a foto.

- Papai, quem é essa moça que está com você na foto?

- Essa moça? – sentei ao lado dela. Chegou a hora da verdade. – Essa moça é sua mãe.

- Hum, e vocês se separaram? Por que eu nunca a vi?

- Não filha, nós nos amávamos incondicionalmente, nós casamos, ela era nova, 17 anos, ela engravidou de você, nós estávamos ansiosos pela sua chegada.

- E o que aconteceu?

- Você vai ter que ser forte filhinha. Certo dia, ela foi ver sua avó, eu insisti pra acompanhá-la, mas ela disse que podia ir sozinha. Eu fui trabalhar, e quando eu estava quase terminando, ligaram do hospital avisando que sua mãe tinha sido atropelada, e que corria risco de vida. Eu corri para o hospital. Cheguei lá, estava sua avó e seu padrinho apavorados. Queria notícias de vocês duas, e então, o médico aparece e diz que você estava bem. – olhei em seus olhos, estavam esperando o desastroso final da história. Tive medo de continuar. Mas sei que ela iria perguntar, então continuei. – Perguntei sobre sua mãe, e o médico disse que ela escolheu sua vida ao invés da dela. Ela não resistiu. Eu não vi você por sete meses. Não tinha forças para cuidar de você. Eu fiquei um lixo. Mas depois eu peguei você e vou cuidar de você até quando eu morrer. – olhei para ela. Seus olhinhos estavam cheios de lágrimas, prontas para transbordar. Agora ela já sabe de tudo, pensei.

- Então, eu sou a culpada pela morte da mamãe? – e começou a chorar. Eu sabia que ela chegaria a essa conclusão. Peguei-a no colo, e a abracei com força.

- Não filha, você não teve culpa nenhuma. O único culpado foi o motorista que a atropelou. Ele estava bêbado, e não matou só ela, matou muita gente que estava no ponto, até um casal de velhinhos. Você não tem culpa de nada minha flor, sua mãe escolheu o que ela achava certo, eu sofri muito com a escolha, mas ela me deixou você, e foi a única coisa que me fez continuar a viver. Sem você, eu teria ido junto com ela.

- Mas ela podia ter me deixado morrer, depois ela teria outra. Ela não precisava ter tirado a vida dela por minha causa.

- Não, não filha, não diga uma coisa dessas! – Tentei acalmá-la. - Queria ter te contado mais tarde, você é muito nova pra entender essas coisas.

- Mas agora eu sei da verdade. É um peso a menos.

- É. Mas prometa que você não vai se culpar por isso. Você não tem culpa de nada. Promete?

- Uhum. Eu prometo.

- Muito bem. Vamos jantar.

- Papai, amanhã você me leva lá onde a mamãe foi enterrada?

- Levo sim. Vem vamos jantar.

Levei-a para a cozinha, o jantar já estava na mesa. Clarisse e Júnior sentaram um no lado do outro, e eu sentei ao lado de Daphny.

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

15º Capítulo

- Posso saber o que vocês estavam fazendo? Isso é coisa que se faz? Vocês mal começaram a namorar e já estão assim? Nossa, você Clarisse, não é nem um pouco parecida com sua irmã. Você me surpreendeu.

- Desculpe Thomas. Agora sei que não sou igual a ela. – ela estava sem fôlego. Prefiro deixar isso pra trás.

- E você Júnior, eu não estava em casa, vocês nesses amassos, e a porta aberta. E se um ladrão entra? Provavelmente ele rouba a casa toda, e vocês nem percebem! Tomem cuidado da próxima vez!

- Tudo bem cara, foi mal. Não vamos mais fazer isso.

- Espero. Se quiserem fazer isso, por favor, façam fora de casa, ou se for dentro de casa, com a porta trancada, e quando eu e a Daphny não estivermos.

- Sim sim, Thomas. Não faremos isso. Foi perda de controle. Júnior e eu vamos nos comportar.

Seis anos se passaram. Todo aniversário de Joane, eu ia visitá-la. Levava buquê de rosas mistas, ela adorava. Consegui a guarda de Daphny, a Sra. Thunner nunca se importou de ela ir morar comigo, afinal, eu era o pai. Nunca contei para Daphny sobre a mãe, primeiro que ela nunca perguntou, segundo que eu estou esperando ela ficar maior para entender e não sofrer muito. Júnior e Clarisse noivaram, é… estão juntos há seis anos. Eu fui promovido ao cargo de supervisor de vendas em meu trabalho, tinha mais horas livre para adorar minha filha. Levava e a buscava na sua escola, todos os dias, de bicicleta. Nunca quis comprar carro, me sentia mais leve com a bicicleta, já havia me acostumado. Ela todos os dias ao sair me abraçava e íamos para casa. Em certo dia, ela não teve aula, ela ficou com a tia em casa. Eu cheguei, e Clarisse estava na cozinha, e nem sinal da Daphny.

sábado, 8 de janeiro de 2011

14º Capítulo

O dia foi tranqüilo. Hoje não tinha muito serviço, então o chefe liberou mais cedo. Fui para casa, e claro, Daphny estava lá. Peguei-a no colo e a beijei. Júnior também já estava em casa. Fui até a cozinha e Clarisse estava preparando o jantar. Sem querer forçar a barra, mas já perguntei.

- Então Clarisse, você já pensou?

- Pensei. Só não sei quando vou falar pra ele.

- Hum. Eu e Daphny vamos jantar fora hoje. É sexta, preciso de um tempo com minha filha, e vocês precisam se acertar.

- Tem certeza? Acha que é a melhor hora?

- Você não terá outra hora. Esse final de semana eu vou ficar em casa, e as coisas vão ficar complicadas se você deseja falar com ele a sós.

- Não, tudo bem. Bom jantar para vocês. Tchau gatinha da tia. – beijou Daphny e continuou o jantar. Fui até a sala falar com o Júnior.

- Júnior, eu e a Daphny vamos sair. Clarisse quer falar com você, sobre aquele assunto.

- Sério cara? Nossa, creio que ela vai dizer não. Eu fui um imbecil, falei coisas sem sentido.

- Você foi não, você é um imbecil.

- Obrigado. Valeu pela força.

- Agradeça a mim que a fiz pensar mais um pouco. Se ela disser não, não foi por falta de incentivo á ela dizer sim.

- O que você falou para ela?

- Nada demais. Vou sair com minha filha. E vocês se comportem. – essa última frase eu meio que gritei, porque servia para os dois.

Saí e rezei para que tudo desse certo. Fomos a uma lanchonete ali perto. Conhecia quase todos, e eles estavam loucos para conhecerem Daphny. Quando entrei, logo vi a roda de pessoas. A Sra. Curtney foi a mais gentil.

- Gente, por favor, deixe ele se sentar com ela, ou eu desconto do salário de vocês! Eu falo sério.

Eu sorri e me dirigi à primeira mesa que eu vi vaga. Deixei o bebê conforto em cima da mesa, Daphny estava nele. Olhei, mas só a Sra. Curtney estava esperando. Eu disfarcei e peguei o cardápio. O mesmo de sempre. Ela veio e mexeu na cadeirinha. Eu olhei, vai que não é ela.

- Desculpe, ela é muito linda. Muito parecida com Joane. Ela tem os seus olhos. Isso a deixa mais linda. – sorriu. Daphny também sorriu. – Oi gracinha, seu pai resolveu trazê-la aqui? Já estava quase indo lá te ver. O que vai querer comer Thomas?

- O mesmo de sempre, se a Sra. ainda se lembrar.

- Claro que me lembro. E o que vai querer dar a ela?

- Eu trouxe uma mamadeira. Ela vai se sustentar com ela.

- Tudo bem, vou lá entregar seu pedido. Importa-se de meus funcionários virem vê-la?

- Claro que não. Pode deixar. Só peça que venha um de cada vez, para ela não se assustar.

- Sim, sim. Já trago seu lanche.

- Obrigado.

Dei a mamadeira para Daphny, os funcionários vieram um de cada vez. Foi engraçado, porque os que vinham queriam ficar brincando com ela, e os que esperavam brigavam com os outros porque queriam vir ver também. Daphny só sorria, e todos se encantavam. Meu lanche veio, e tive que dividir com ela, o pão pelo menos, ela ainda estava com fome. Mas eu não queria dar essas coisas para ela, ela é muito novinha ainda. Comi rápido e voltei para casa. Cheguei em casa, nenhum sinal dos dois. Rezei para não encontrá-los na minha cama. Olhei e nada. Daphny puxava minha camisa, já sabia o que ela queria. Fui para a cozinha e fiz mais um a mamadeira e dei a ela. Peguei-a no colo, e ela logo dormiu. Botei-a no berço, e fui para sala a fim de assistir televisão. Quando eu fui deitar no sofá, ali estavam os dois nos amassos. Se eu perguntasse o que tem na TV, eles não saberiam responder. Pigarreei e eles se afastaram. Uma irmã era completamente diferente da outra, pelo que percebi. Joane e eu nunca fizemos isso enquanto namorávamos, ainda menos quando era no começo do namoro. Nem pensar. Pensei em eu e ela fazendo isso. Mal consegui. Voltei para o presente. Eles se tocaram e pararam. Ficaram olhando para mim, assustados, pegos em surpresa. Ficaram sentados, creio, esperando eu falar algo. Não perdi tempo.

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

13º Capítulo

- Hoje o jantar estava silencioso. – puxei para ver se ela sabia de algo.

- Pois é. O Júnior estava tão quieto. Não é típico dele. Você sabe de alguma coisa? Sabe se eu fiz alguma coisa?

- Não, pensei que você soubesse de algo. Nunca vi júnior assim. Geralmente nem dormindo ele fica quieto. – olhei pra ela. Ela parecia mesmo não saber de nada. - eu vou falar com ele. Você pode lavar a louça? A Daphny já está dormindo.

- Claro, sem problemas. – ela concordou. Boazinha como a irmã.

Fui até a sala, onde o imbecil estava sentado. Sentei no outro sofá, porque a falta de educação naquela sala era grande.

- Júnior, o que está acontecendo com você? Você não é assim. – puxei conversa direta. E esperava uma resposta.

- Fala baixo!

- Por quê? – porque eu teria que falar baixo? Há alguma coisa muito séria acontecendo.

- Porque a Clarisse não pode escutar! – ele implorava.

- O que foi? Fala! – eu queria saber. O suspense é doloroso.

- É que, o que eu estou sentindo, eu nunca senti antes. Eu estou apaixonado.

- Por quem? Pela Clarisse? – era meio óbvia a pergunta. Mas precisava de uma certeza.

- É, é sim. Ai cara, não sei o que faço! – ele pareceu desesperado.

- Conta pra ela. Um sim ou um não. Acho que mais que isso você não ganha.

- Ou um tapa na cara também.

- Não, eu a conheço, acho que ela não faria isso.

- Mas como que eu faço? Eu estou perdido!

- Pede para conversar com ela, e então se declara.

- Assim, tão fácil?

- Você vai ver que na hora nada é fácil. Experiência própria.

- Só que a sua experiência deu certo.

- E quem disse que vai dar errado? Você nem tentou! – eu estava botando pilha. - mas sabe que com ela é sério.

- Eu sei. Mas o que eu sinto por ela também é sério.

- Então. Eu vou dormir, e vocês conversam.

- Tem certeza? Sei lá, nunca me declarei pra ninguém!

- Eu também não tinha me declarado também. Depois quando ela diz sim, seu mundo fica de cabeça pro ar!

- Sei. É fácil falar, ela aceitou.

- Que seja. Vou dormir. Boa noite e boa sorte.

- Boa noite.

Dirigi-me à cozinha para dar boa noite para Clarisse. E claro, dar uma forcinha.

- Boa noite Clarisse. Júnior disse que quer conversar com você.

- Boa noite Thomas. Hum, será que fiz algo errado? Vamos ver. Obrigada Thomas. Depois vou lá.

- De nada.

Fui dormir. Essa noite Daphny não chorou, mas eu ia sempre vê-la. De manhã, ela acordou era umas sete e meia. Fui preparar sua mamadeira. Ela comeu, e ficamos ali na mesa, aproveitei para tomar café também. Ela pegou um biscoito e o despedaçou, depois bateu palminhas.

- Filha, - era estranho esse nome- não pode fazer isso. Há tantas crianças que querem e não tem o que comer. É feio fazer isso. – fiz que não. Ela parou de rir. Ficou séria, e deixou a outra metade do biscoito na mesa. - Muito linda assim.- E sorri. Ela também sorriu.

Ela é pequena, mas também não posso deixar ela fazer tudo o que ela quer. Clarisse acordou, e veio sentar-se na mesa. E nada do Júnior.

- Bom dia lindinha. Bom dia Thomas, ela já comeu?

- Bom dia. Sim, ela já está bem alimentada. – tão cedo não é preciso alimentá-la.

- Que bom. Hoje vou dar um passeio com ela pelo parque, para ela sair um pouco.

- Claro, nem pensei nisso. Ela ficou todos esses dias em casa. Ela precisa de um ar limpo e fresco.

- Com certeza. Eu também preciso. – E tremeu. Não perdi tempo e puxei o assunto.

- E aí, o que o Júnior queria falar com você?

- Até parece que você não sabe. – me olhou séria. Eu queria rir, mas acho que ela não ia gostar. – É ele falou sim comigo.

- E o que ele falou? Porque ele falou pra mim uma coisa, vai que ele desistiu? Sei lá. – fiz de desentendido. Se ela não contasse, Júnior certamente me contaria.

- Provavelmente ele falou pra mim a mesma coisa que falou pra você. Que está apaixonado por mim e tal... – revirou os olhos. - Fala sério, é assim que você conquistou a Joane? Minha irmã caiu nessas besteiras que vocês falam? Coitada!

- Não sei o que o Júnior falou, mas, eu certamente disse algo mais maduro. Mais verdadeiro. Ele certamente falou a maior parte besteira.

- É, falou sim. Ele parecia nervoso. Chegou a gaguejar. – deu uma risadinha. Pela primeira vez eu senti pena dele.

- Ele estava nervoso. Tinha medo de falar com você e ser rejeitado. Disse pra mim que o que ele sente por você, nunca sentiu por outra. Eu acredito, pois ele nunca ficou assim.

- Sério? Pensei que ele dizia para todas! Nossa, coitado.

- Você disse não? – eu queria saber o resultado.

- Eu disse que ia pensar, mas já estava pensando em dizer não. Achei que o que ele falou era típico de ele falar para as outras também. Ainda bem que conversei com você. Aí posso pensar melhor. – suspirou.

- Fala sério Clarisse, acha que o Júnior quer ser romântico com todas? Eles não perdem esse tempo. Eles vão direto ao ponto. Porque elas acham que com eles tudo é um algo a mais. – revirei os olhos. Lembro-me dessa época. Já aconteceu comigo. Uma época onde ainda não existia Joane. Voltei ao assunto principal. – Talvez o que ele sente por você, é algo diferente mesmo, dê a ele uma chance. Só uma chance. E se ele falhar, aí Você pode me bater, bater nele, mas só dê a ele uma chance.

- Tudo bem, vou pensar com cuidado. Vou lembrar dessa conversa.

- Não estou te forçando a nada. Pode recusar, faça o que você quiser, mas eu te digo que eu nunca o vi assim, tão retardado, tão apaixonado.

- Sim, sim, eu sei. Bem, se não se importa, vou levar a Daphny para passear, e vocês podem ir trabalhar.

- Vou. Júnior já foi? Ele não levantou ainda.

- Já foi sim, eu o vi sair.

- Obrigado. – Dei um beijo em Daphny e fui trabalhar.