Amor Além Da Vida

Amor Além Da Vida

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

9º Capítulo

Oiii pessoal, desculpa pela demora de postar, mas é que ainda ando organizando as coisas por aqui. Peço desculpas, e aviso que semana que vem não postarei poie não estarei em casa.

Obrigado pela compreensão.

Queremos? Eu não estou sabendo de nada.

- O que queremos falar com ele? – perguntei. Eu estava fora do assunto.

- Bom, me corrigindo então, eu quero falar com você. Mas sei que mesmo que o Thomas não saiba, ele vai aceitar.

- O que foi? – ele olhou para ela assustado.

- Quer ser o padrinho do bebê?

Era de se imaginar. Sentei e deixei-a continuar, ou ele dar a resposta.

- Claro que aceito, como posso recusar? Nunca! Mas você tomou essa decisão sozinha né? – e olhou para mim. Sinceramente eu não sabia de nada.

- Eu não sabia de nada. Ela não falou comigo sobre isso. Então eu não tenho culpa.

- Mas você aceita que eu seja o padrinho do bebê?

- Fazer o que né, você é o meu melhor amigo, vive aqui comigo, eu já estou enjoado de te ver todo dia, mas ainda sim, gosto muito de você.

- Valeu cara! Puxa fiquei muito feliz. Agora vou tomar banho. Preciso manter minha aparência de padrinho cheiroso.

E todos nós rimos. A noite foi longa. Deu para descansar bastante.

Quatro meses se passaram. Consulta na médica, fui promovido no trabalho para cargo de gerente, o bebê estava saudável, Joane também, a única coisa que não dava para saber, era se é menino ou menina. Eu já estava ficando ansioso. Enfim, ela chegou aos seus seis meses, o mês ideal para saber o sexo do bebê. Fomos à médica, ela já estava esperando com todos os equipamentos de ultra-som. Joane sentou-se na cama, e a médica começou a passar uma bola na barriga dela, que eu não fazia idéia de qual era o nome.

- Já pensaram nos nomes? – a médica perguntou. Creio que era a pergunta tradicional que todo médico fazia.

- Daphny se for menina, e Thomas Jr. se for menino. – revirei os olhos. Ela escolhera o nome do menino. Um nome do qual ela adorava, e eu ficava sem jeito com isso.

- Pois bem, então vamos dar boas vindas à Daphny! É uma menina. Parabéns!

Uma menina. Já pensava nela com o rosto de Joane, nada meu. Uma menina linda e abençoada. Joane pegou em minha mão e esticou um sorriso, e eu o retribuí. Fomos para casa, contamos para Júnior e para a mãe dela, todos ficaram muito felizes. Joane dormia muito, em conseqüência da gravidez, e eu estava feliz com minha família, que estaria completa daqui a três meses, e com um emprego que dê tudo de bom para minha esposa e minha filha. Os dias foram passando muito rápido. Quando vimos, faltava só um mês para a pequenina nascer. A espera era grande, mas havia um aperto no meu coração a cada dia que passava, não entendia o porquê. Íamos à médica regularmente, estava tudo bem com Joane e com o bebê. Faltava menos de uma semana, todos fazíamos a contagem. Era um dia de sol, muito lindo, acordei, fui fazer o café, Júnior me ajudou, e logo Joane levantou-se.


Continua?

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